Micronations
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Reino de Spyka
Bandeira Spyka PQ.png

Lema: "O Poder Pacificamente"

(Bandeira de Spyka) ( Brasão de Armas)

Hino Nacional: O Povo de Spyka Está Clamando
(Holandês: De Mensen van Spyka Huilt) (Espanhol: El Pueblo de Spyka está voceando)

Localização de Spyka

Línguas Oficiais Holandês, Espanhol, Português, Papiamento, Línguas Aruaques.
Capital
Nova Orange
Maior Cidade
Nova Orange
Monarquia Constitucionalista Imperador Tegurmino III (Philip Teunis Tegurmino)(2003 - atual)
Parlamento 38 membros
Ministérios 18 ministérios
Area
 - Total
Ranked 183°
380 km²
População
 - Total

5,1 milhões (2009)

3,04 milhões (2017)

Densidade
 - Total

13421 hab/km² (2009)

8017 hab/km² (2017)

NIT 1 SPY
Independência da Holanda (2001)
Moeda Oficial

Mango (M$) (MSP)

Cotação em tempo real disponível em: http://mncindex.com/

Fuso Horário
 - in summer
UTC+0
UTC-4h
Código Telefônico +55 101
Flor Nacional Tulipa
Santo Padroeiro Santo Estevão
1. Also 048 from Reino de Spyka

História[]

Réplica da embarcação utilizada por Tegurmino no descobrimento de Isla Spyka em 1561

O Reino de Spyka é um arquipélago encrustado no Caribe, no extremo norte da América do Sul. Foi descoberto e colonizado por Johannes Tergumino, aventureiro holandês, em 19 de janeiro de 1617, onde estabeleceu com seus familiares a primeira vila denominada Isla Spyka (Spyka Eiland). Em pouco tempo, Spyka foi alvo de disputas territoriais, sendo reclamada por Espanha, Inglaterra, França e Países Baixos. Somente em 1740, após o pacto de Isla Spyka, o Reino dos Países Baixos assumiu definitivamente o controle político sobre o arquipélago de Spyka, além de Saba, Ilha de São Martinho, Sint Eustatius, Curaçao, Bonaire, Aruba, Tobago, St. Croix, Tortola, Anegada, Virgin Gorda, Anguila e por um curto período, Porto Rico, a chamada Indias Ocidentais Dinamarquesas no século XVII. Spyka esteve sob soberania neerlandesa desde então. Em 1795, parte do território espicano (Atuais províncias de Spyka Central e Platina). Essa parte do arquipélago passa a ser considerada como território francês, devido à ocupação por tropas francesas à República das Sete Províncias Unidas dos Países Baixos. Apenas com a ascensão do Reino Unido dos Países Baixos após a restauração dos respectivos tronos às famílias reais derrotadas pelas tropas de Napoleão Bonaparte, a Casa de Orange-Nassau convertida em possuidora do trono holandês, passa a anexar novamente Spyka como Território, incluindo a ilha de Columbia (Antiga possessão espanhola). Na ocasião, o Conselho Popular Spykano organizou um plebiscito, onde o povo do arquipélago decidiu pela independência. A escolha dos spykanos era apoiada por alguns membros do Alto Conselho da Nobreza Neerlandesa, mas o Imperador da França Napoleão III sabedor da vontade dos spykanos determina a invasão militar das ilhas.

1796 - A divisão de Spyka

Após as iniciativas militares de Napoleão III da França. Holanda e Espanha também esboçam tentativas de domínio através dos meios militares objetivando a conquista das ilhas. Eis que no ano de 1800 ocorre em Spyka a Guerra das Tulipas, que durou 10 meses e só terminou após o Tratado de Pactus, onde ficara determinado o desmembramento do arquipélago para Holanda, França e Portugal.

Com o Tratado de Pactus em 1801: - A Ilha de Orange ficou sob domínio dos Países Baixos; - A Ilha de Spyka Central (Inclui as províncias de Spyka Central e Platina) ficou sob domínio da França; - A Ilha de Columbia ficou sob domínio espanhol.

Mapa político espicano, com a divisão das províncias. No ano de 1795, a parte verde sob domínio espanhol. As partes vermelhas e amarelas sob domínio francês e a parte laranja sob domínio holandês.


A "Spyka Francesa" a "Spyka Espanhola" e a Spyka Livre.


Em 1806, após a decretação do Bloqueio Continental em Berlim, a neutralidade francesa tornou-se mais difícil. Em 1807, o Tratado de Fontainebleau possibilitou o levante contra os invasores franceses. Desde Outubro desse ano, Jean-Andoche Junot, antigo embaixador francês em Lisboa, preparava-se para invadir Portugal. Foi nesse contexto que de acordo com o tratado que pôs fim à guerra franco-neerlandesa, a França obteve o controle da Franche-Comté e de algumas cidades do Condado de Flandres e do Condado de Hainaut (da Espanha) Na ocasião, as Ilhas mais populosas de Spyka que eram controladas pelos franceses passam a estar sob a soberania espanhola. Não tardou muito, e um movimento liderado pelos revolucionários Thomas Groen e Thimo Bergsen obtém rápido êxito com o apoio das companhias marítimas neerlandesas para a retomada do território que tinham em Spyka pontos estratégicos para negociação de mercadorias com os Estados Unidos recém-independente. Sob forte apoio econômico, o Movimento pela Liberdade Spykana conclama eleições para decidir os rumos políticos da nação, onde pela escolha do povo, o representante da família Tegurmino, Theo Tegurmino, é proclamado Rei de Spyka em 1807.

A Posição holandesa e espanhola perante a Independência plena de Spyka

Em 1840 O rei Guilherme I dos Países Baixos promulga o Tratado de Secessão para o Território Spykano. O documento lavrado na Catedral de Santo Estevão, em Nova Orange, determina a secessão de Spyka dos Países Baixos de forma gradual e segmentada, ou seja, primeiro pela separação política, depois econômica e por fim a autonomia militar. O então Rei de Spyka Tegurmino I aceita o Tratado, estabelecendo um prazo de 60 anos para a plena independência de Spyka.

Columbia - A Spyka Espanhola clama a Independência Após a decisão promulgada por Guilherme I dos Países Baixos, os spykanos de Columbia se organizam para a libertação e anexação ao conjunto de Ilhas de Spyka. O movimento liderado por Sebástian Córdoba obtém êxito em 1849, quando da negociação de outras Ilhas do Caribe através de acordos comerciais com os Estados Unidos. Este, por sua vez, ofereceu suporte econômico para fomentar o movimento de libertação de Columbia, o que acontece em 1850. Os EUA utilizam a Ilha como entreposto de mercadorias até a pactuação do Tratado de Paris de 1898, que põe fim a Guerra Hispano-Americana, fato este, determinante na história da Ilha de Columbia.


O Reino Unido de Spyka e a Livre Associação

No ano de 1900 Spyka proclama sua Independência Política e Econômica dos neerlandeses. Nova Orange é escolhida como a nova capital. A proclamação foi feita pelo Rei Marco I em seu penúltimo ano de Reinado. Após a sucessão de reinado, onde Juliana II assumiu o Trono em 1901, os Países Baixos, por intermédio da própria Rainha Guilhermina dos Países Baixos propôs a Livre Associação do Reino Unido de Spyka aos Países Baixos. Na ocasião era um bom negócio para ambos, pois permitia aos Países Baixos o uso da estrutura portuária como entreposto comercial para os Estados Unidos e região, assim, gerando divisas para Spyka, tal como estabelecia o acordo. A condição geográfica de Spyka possibilitou a construção de modernos portos navais para uso da marinha mercante holandesa, colocando Spyka em posição de destaque como lugar para negócios.

A Crise Econômica e a Segunda Grande Guerra

O crash da Bolsa de Nova Iorque em outubro de 1929 atingiu de forma direta a economia de Spyka e dos Países Baixos. O volume de negócios com os Estados Unidos foi drasticamente reduzido, e a situação de Spyka era desanimadora na década de 30. A Rainha Juliana III adotou uma política de contenção de gastos aliada a altos impostos e tarifas alfandengárias, por circunstâncias da crise econômica. Houve considerável êxodo de estrangeiros residentes em Spyka, principalmente os neerlandeses e franceses, que voltaram às suas terras de origem. Esta situação agravou-se na década seguinte, com o advento da Segunda Grande Guerra.

As décadas de 50 a 90 e o surgimento da Nação dos Negócios Internacionais


Foi a partir do Reinado de Johannes I que Spyka conseguiu novamente abrir as portas para o desenvolvimento de negócios estrangeiros no país, principalmente dos setores de Comércio Internacional Marítimo. Johannes I conseguiu implementar políticas simplificadas de tributos e fomentou empresas do setor terciário, proporcionando a instalação de grandes bancos internacionais. Tal vocação para o setor de serviços trouxe milhões de imigrantes para Spyka, fazendo do país um dos mais "internacionais" do mundo. A segunda metade do Séc.XX foi fundamental para a caracterização economica de Spyka.

Foto: Nova Orange A partir da segunda metade do século XX Spyka se transforma em centro de negócios e desenvolve considerável infraestrutura urbana.

O Tratado de Amsterdã e a Independência Econômica

Em 05 de dezembro de 1994, o Rei Bartolomeu I assina em Amsterdã, na Holanda, o Tratado de Amsterdã, o qual estabeleceu a Independência absoluta de Spyka dos Países Baixos a partir do ano de 2001. No dia 01/01/2001 Spyka tornava-se independente politica e economicamente. Com uma população à época de aproximadamente 1,8 milhões de habitantes, o arquipélago destacava-se como emergente econômico e terra de oportunidades no setor de serviços e no turismo, passando a receber pesados investimentos na rede hoteleira e na infra-estrutura de transportes.

O Atual reinado de Tegurmino III


Em 09/09/2003 o Sr. Philip Teunis Tegurmino (primogênito de Bartolomeu I) assume o Trono, e institui notória abertura política, expandindo o Parlamento e os Ministérios. Promove o turismo como principal fonte de receitas, aliado aos negócios. Atualmente Spyka prospera vertiginosamente, aumentando sua população em mais de 300% nas últimas duas décadas, pois o país possui políticas de incentivo à vinda de estrangeiros, sob pelo menos dois desses critérios:


- Possuir curso de nível Superior completo ou em curso; - Declarar patrimônio de US$100 mil; - Ter garantida uma atividade remunerada em Spyka; - Residência permanente para estudos em universidades spykanas ou visto de trabalho;

Geografia[]

O território spykano é composto por 50 municipalidades, divididas em quatro províncias , sendo elas:

- Província de Orange (composta por 04 cidades);

Nova Orange
Pactus
Alsatia
Isla Spyka


- Província de Platina (composta por 11 cidades);

Platina do Norte
Platina do Sul
Elegia
Atlantica
Doru
Groninga
Platoniva
Costa dos Aligretos
Montemolinos
Halvinia
Tulpania


- Província de Spyka Central (composta por 13 cidades);

Hague

Monte Cristo

Colorado

Sabaneta

Arista

Olgenmier

Mantassia

Hoogensville

Santa Fe

Limburgo

Constanza

Palomino

Skroog

- Província de Columbia (composta por 16 cidades);

Alvorada

Halpsturgo
Puerto Valdez
Centuria Ocidental
Porto Grande
Nemeia
Halveren
Saint-Louis
Columbia
Isla Victoria
Amantido
Nerlian
Baia Austral
Florencia
Linze
Buenaventura

Clima[]

O clima é considerado Tropical (tipo AW segundo Köppen), temperatura média anual de 19 graus.

O relevo do país é composto por algumas montanhas, destacando-se o Cerro Central, situada em Spyka Central, que apresenta altitudes consideradas elevadas para a região. Entretanto, quase na sua totalidade, o arquipélago é composto por planícies.

Comunicações[]

Ver Emissoras de rádio em Spyka Ver também Emissoras de TV de Spyka Spyka possui 01 rede de televisão estatal, 01 rede estatal de telefonia e serviços de trasmissão digital. Existe uma política de concessões para empresas do setor privado. Principal Jornal Impresso: "Diário Spykano[1]"

Transportes[]

O sistema de transporte público spykano é altamente desenvolvido. É composto da seguinte forma:

- Centro de Controle de Tráfego Aéreo Spykano (CCTA) - Companhia Ferroviária Spykana (CFS) - Empresa Spykana de Transporte Urbano (ESTU) - Serviço Metroviário Spykano (SMS) - Centro de Controle de Tráfego Marítimo (CCTM) - Departamento de Trânsito (DT) - Comitê de Mobilidade Urbana (CMU) - Departamento de Gestão das Rodovias (DGR)


Aeroportos Aeroporto Internacional de Nova Orange, "Nova Orange Intl." (IATA: SPY, ICAO: SPYK) Está localizado no centro da ilha, na capital Nova Orange. Foi inaugurado em 2000, e atualmente serve aproximadamente 2,1 milhões de passageiros por ano. Spyka possui outros 7 aeroportos de médio porte e 25 pistas de pouso. Assim, possui uma estrutura aeroviária de destaque na região.

Cidades Mais Importantes[]

Nova Orange, Alvorada, Platina do Norte, Platina do Sul, Saint-Louis, Elegia, Atlantica, Hague, Puerto Valdez, Doru.

Economia[]

O sistema financeiro spykano é regimentado pelo Conselho Monetário Nacional, que normatiza e regulamenta o sistema, que é executado pelo Banco Spykano. O sistema tributário é extremamente simplificado, composto apenas por um único pagamento agregado (contribuição geral), com alíquotas definidas por cada município. Não existe salário mínimo (Ver relações trabalhistas em Spyka).

Dinheiro[]

O moeda Legal no país é o Mango Spykano (MSP).

Últimas cotações (Mangos x Reais): Out/2009 - MSP 1,00 = R$ 0,690 Dez/2009 - M$ 1,00 = R$ 0,499

Jan/2016 - MSP 1,00 = R$ 0,690 Dez/2009 - MSP 1,00 = R$ 1,18

Moedas e Cédulas de Mangos Spykanos
Face Obs
0-5 mangos.png
MSP 0,50
1 mango.png
MSP 1,00
2 mangos.png
MSP 2,00
5 mangos.png
MSP 5,00
10 mangos.png
MSP 10,00
20 mangos.png
MSP 20,00
50 mangos.png
MSP 50,00
100 mangos.png
MSP 100,00

Esportes[]

Ver Esporte em Spyka Ver também Ministério do Esporte de Spyka O esporte nacional de Spyka é o futebol. A Liga Spykana é a liga profissional do país, atualmente composta por 14 equipes:

Entrada de futebolistas do CF Pumas, da cidade de Doru. O futebol é o esporte preferido dos espicanos.

Municipalidade Time
Hague União
Alvorada Reunidos
Doru Pumas
Porto Grande Porto Grande
Platina do Norte Platinense
Nova Orange New Ajax
Monte Cristo Monte Cristo
León Leão
Isla Spyka Isla Spyka
Halpsturgo Guarani
Colorado Colorado
Lucaya Cacique UA
Elegia Bassi Calcio
Hague Águia

Além do futebol, outros esportes são expressivos em Spyka, tais como Beisebol, Basquetebol e Voleibol, além dos esportes aquáticos, atletismo, lutas e esportes a motor.

Política[]

Conselho Legislativo vota as leis em âmbito nacional e chancela o trabalho do Chefe de Governo.

Spyka é uma monarquia constitucional, com característica consociacionalista. O rei é o chefe de Estado, e o primeiro-ministro (chanceller) é o chefe de governo. A estrutura legislativa é composta pelo Conselho de Anciãos (20 membros) escolhidos pelo monarca e o Conselho Legislativo, composto por 100 membros, escolhidos por votação popular. O voto em Spyka é facultativo e permitido para cidadãos a partir de 18 anos de idade. A estrutura governamental é composta por 14 ministérios: Saúde, Educação e Cultura, Fazenda, Esportes, Turismo, Meio Ambiente e Energia, Indústria e Comércio, Relações Exteriores, Transportes, Trabalho, Planejamento, Interior, Justiça, Ciência e Tecnologia, Forças Armadas.

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