Micronations
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Reindo do Gevê
(antiga República do Governo Virtual)
Fundação 10 de março de 2007
Sede Orkut e Facebook
Capital Ducado de Vanguarda
Rei

Vitor Picanço

Regente Real Dimitrius Dantas
Presidente do Parlamento vago
Presidente da Suprema Corte de Justiça (SCJ) vago
Tipo de Governo Monarquia
Website http://governo-virtual

Índice

Governo Virtual, um novo micronacionalismo[]

A micronação República do Governo Virtual nasceu com uma nova idéia de micronacionalismo, rompendo com todas as tradições do modo de se fazer uma micronação, o Gevê, como é chamado por seus habitantes fundou-se no site de relacionamentos Orkut, passando a ter muito mais ferramentas tecnológicas que outras micronações mais conhecidas.

Este rompimento com a tradição micronacional fez com que várias outras micronações se formassem no Orkut, porém nenhuma alcançou tanto sucesso quanto o Gevê.

A origem do nome Gevê vem das iniciais das palavras governo virtual, nome da comunidade deu origem e evoluiu à classe de micronação. A mudança de nome vem para tentar transformar a antiga comunidade governo virtual, que visava simular um governo, numa micronação. Para isso, era necessário um nome mais adequado, por isso, Gevê.

A História do Gevê[]

Os primórdios do GV e o nascimento da I República[]

Após uma derrota eleitoral na comunidade chamada Simulação de Governo, um grupo de membros, acusando fraude eleitoral, decide abandonar a comunidade e formar uma outra semelhante, a Governo Virtual.O grupo, formado por membros do partido Democracia, era composto por Henrique Fernandes, Lucas Inojosa e Guilherme Sena.

No dia 10 de março de 2007, precisamente às 23 horas e 14 minutos, é criada a comunidade Governo Virtual. No ideal de seus fundadores, a esperança de uma nova comunidade, mais organizada e sem fraudes eleitorais.

Inicialmente, a comunidade era uma Monarquia. O Rei Henrique I era o moderador, Lucas Inojosa o Primeiro Ministro e Guilherme Sena o chefe do Poder Judiciário. Entretanto, graças ao crescimento da comunidade, resolveu-se convocar uma Assembléia Constituinte.

Durante a Assembléia, o debate sobre a forma de governo foi intenso, prevalecendo a forma Republicana. O mesmo se deu quanto a escolha do sistema de governo, vencendo a tese Presidencialista. Neste momento, nascia, de fato, a I República do GV. Promulgada a Constituição, foi convocada eleição para a Presidência da República. Desde já ficou decidido que as leis brasileiras regeriam o GV quando as leis virtuais fossem omissas.

A primeira eleição e a efervescência política[]

Ainda nos debates pré-constitucionais, foram formados os primeiros partidos políticos do GV: o populista conservador Partido Republicano Conservador (PRC), de Alberto Haddad, o pequeno Partido Social Democrata (PSD), de Marcel Rocha; a influente União Conservadora Cristã (UCC), de Republicano e Blas Sanchez; o Partido da União da Esquerda (PUE), de Victor Tretter; o centrista Democracia, de Henrique Fernandes; o nacionalista NACIOBRÁS do Breno, e outros menos cotados, como o Partido Comunista dos Trabalhores (PCT) e o Partido Federalista.

Após a promulgação da Constituição há um novo “boom” na criação de partidos. Surgem o Partido Liberal Democrata (PLD), de Diego Aguirre; o Partido da Renovação Democrática (PRD), de Rodrigo Silveira, além de outros muito incipientes.

A grande maioria dos partidos tinha poucos filiados e com a proximidade das eleições era necessário um fortalecimento. Assim, várias fusões foram feitas com vistas à eleição Presidencial.

A UCC funde-se com o PRC e formam o Partido Democrático Conservador (PDC) que lança a candidatura de Alberto Haddad à Presidência, com Blas Sanchez como vice com apoio do NACIOBRÁS em troca do Ministério da Fazenda. De outro modo, PSD, PDL, PRD e DEM fundem-se formando a União Social Democrata (USD), que juntamente com o PUE formam a Aliança Democrática, lançando a candidatura de Henrique Fernandes à Presidência, com Victor Tretter como vice.

As eleições ocorrem em um clima muito acirrado, tendo como vencedor Alberto Haddad (PDC), eleito com 60% dos votos para um mandato de 4 meses. Novos tempos iriam começar no GV.

O curto governo Haddad e o fim da I República[]

O governo de Alberto Haddad inicia num clima de bastante expectativa, já que este era o primeiro governo eleito do GV. Mas, logo no início, Haddad começa a mostrar seu modus operandi de governar. Por um erro do antigo moderador, ao invés de a comunidade ser repassada ao chefe do Poder Judiciário, como manda a Constituição, foi repassada ao novo Presidente. Foi um começo de uma disputa judicial, que terminou com uma decisão que obrigava o então Presidente Alberto Haddad a repassar a moderação para o chefe do Poder Judiciário. Com bastante resistência, Haddad cumpriu a decisão.

Durante o governo Haddad, Rodrigo Silveira e Eliezer Iwatani foram alçados ao STF do GV. Formaram com Guilherme Sena o primeiro trio de Ministros do Poder Judiciário. Rodrigo Silveira foi escolhido Presidente do STF. É importante salientar aqui a manobra que levou Silveira e Eliezer ao STF.

A Constituição dizia que os Ministros seriam escolhidos pelo voto popular e haviam duas cadeiras vagas (Sena já era Ministro). Como a situação política estava turbulenta, Haddad abriu negociação com a oposição, ficando acordado que um ministro seria ligado à direita e o outro seria ligado à esquerda. Ocorre que o sr. Breno Saraiva, presidente do Naciobrás, não concordou com o acerto e anunciou que lançaria uma candidatura. Para não melar o acordo, Haddad fez novo acerto com a oposição. Aproveitou-se da ausência do sr. Breno Saraiva e abriu o tópico para inscrição de candidaturas ao STF. Porém, o período de inscrição era de apenas 1 (uma) hora. Como os únicos inscritos foram Rodrigo Silveira e Eliezer Iwatani, a votação não chegou a ser realizada e eles foram eleitos automaticamente.

Uma das poucas ações do governo reacionário foi dividir arbitrariamente a comunidade em regiões e nomear senadores para cada uma delas, formando um Senado biônico.

Pouco tempo depois tem início a segunda crise do governo Haddad. O Presidente retoma prática do regime militar e edita um Ato Institucional que suspendia as liberdades individuais e criava a pena de morte. A oposição vai à Justiça e consegue decisão que suspende os efeitos do AI. É a primeira derrota de Alberto Haddad.

Entretanto, não demorou muito tempo para que novas surpresas aparecessem. O braço direito de Alberto Haddad, ministro Lucas De Simonne decreta outro AI. Este muito mais autoritário que o primeiro, visto que, além de suspender liberdades individuais, fechava a Câmara Virtual e dava poderes excepcionais ao Presidente da República. Estava, de fato, sendo deflagrado um golpe de Estado. Haddad era alçado ao posto de tirano.

A oposição articulou uma resistência e exigiu a saída de Alberto Haddad da Presidência. Este não agüentou a pressão e renunciou apenas 18 dias após tomar posse do cargo. Blas Sanchez assumiu a Presidência, mas também renunciou. Como ainda não havia Câmara eleita, o, próximo na linha de sucessão era Rodrigo Silveira, Presidente do STF, que permaneceu no cargo por menos de 24 horas, renunciando também. O GV parecia condenado ao cadafalso.

Vida e morte da II República[]

A decepção tomava conta dos membros. Parecia não haver ânimo para continuar. Então Diego Aguirre assumiu a moderação e convidou alguns membros para formarem uma comissão provisória para reorganizar a comunidade. Faziam parte da comissão: Diego Aguirre, Deivis Victor e Rodrigo Silveira.

No entanto, Aguirre teve questionada sua legitimidade para presidir, mesmo que temporariamente a República, por Alberto Haddad. Para evitar o surgimento de um impasse que só seria prejudicial ao GV, Aguirre renunciou e passou a moderação para o que na época era um nome de consenso: Deivis Victor.

A comunidade parecia se reerguer, as eleições haviam sido organizadas e muitos membros haviam chegado à comunidade. Leonardo Faccioni, ex-ministro de Haddad, rompido com o PDC, funda a Aliança Liberal Democrata. (ALD). Thiago Henrique lança o Democratas (DEM). Renato Bacon traz o Trabalhistas (TRAB). Diego Marxista funda o Partido Comunista (PC). Este cresceu bastante em muito pouco tempo, tornando-se o maior partido do GV em número de filiados, desbancando os tradicionais USD e PDC.

As eleições começaram e, como era esperado, o PC tinha desempenho impressionante, elegendo os seus candidatos ao STF e fazendo a maior bancada da Câmara. Tal votação deixou preocupada a direita do GV, liderada por Haddad.

Inesperadamente, o GV sofre um duro golpe. Todos os tópicos do fórum e as enquetes eleitorais são apagados. Há muito tumulto na comunidade. Haddad pressiona Deivis e este decreta o famigerado AI-20. Deivis tornava-se neste momento um ditador. O Ato Institucional, além de suspender as liberdades individuais e dar poderes ditatoriais ao Presidente, ordenava a remoção de vários membros.

Descontentes com o rumo que o GV tomava, um grupo liderado por Marcel Rocha organiza a resistência e transfere o GV para outra comunidade. Com apoio de membros da nova direita (ALD) e da esquerda e centro, a comunidade de Deivis é, aos poucos, esvaziada com a transferência de membros da antiga para a nova comunidade.

Em pouco tempo, Deivis, chamado agora de Devil Deivis, foi derrotado. Era o fim da II República.

A Vitória da Democracia e o auge da III República[]

Marcel Rocha assume a Presidência interinamente e comanda a reorganização do GV. Novas eleições são convocadas e a Constituição do GV é reafirmada. Em clima de euforia, motivada pela vitória sobre a Ditadura Deivista, são formadas alianças visando as eleições. A USD lança a candidatura de Marcel Rocha, com Diego Aguirre como vice. A direita lança Leonardo Faccioni (ALD), tendo Diego Mariano (DEM) compondo a chapa presidencial. A esquerda lança Renato Bacon (TRAB), tendo Victor Tretter (Partido Socialista, ex-PUE) como candidato a vice. A extrema-direita lança Plínio Salgueiro, do Partido Nacional Direitista (PND), em coligação com o Naciobrás.

Após breve campanha, o 1º Turno das eleições teve o seguinte resultado: Renato Bacon vence no primeiro turno com 46%, Leonardo Faccioni fica em segundo com 26% e em terceiro fica Marcel Rocha com 15% dos votos. Para o STF, a direita leva as três cadeiras. São eleitos Republicano, Eliezser Iwatani e Lord Crawford. A eleição para o STF foi contestada, pois foi feita através de tópico e não de enquête, o que permitiu que vários membros mudassem seus votos no decorrer da eleição. Já na Câmara, a direita sai derrotada, elegendo apenas 4 dos 10 deputados.

O segundo turno foi bastante disputado, terminando com a vitória de Leonardo Faccioni, eleito com 52% dos votos, recebendo apoio decisivo da USD. Renato Bacon recebeu 48%, perdendo por uma diferença de apenas 9 votos.

O governo Faccioni começa em um clima de muita euforia e otimismo. No entanto, o novo governo recebe um aviso na Câmara , onde obtém sua primeira derrota: o candidato oficial à Presidência da Câmara, Thiago Henrique (DEM) é derrotado pelo candidato oposicionista Thalyson Soares (PC).

Por outro lado, Faccioni inicia o governo repetindo alguns erros de Alberto Haddad, como a criação de muitos ministérios, a maioria desnecessária, apenas para acomodar aliados políticos no governo.

A novidade na seara partidária é a criação do Conservadores (TORY), fruto da fusão entre ALD, partido do Presidente, Tory, de Diogo Luz e UMP (ex-PDC), de Alberto Haddad. O STF iniciou o processo de julgamento dos golpistas da II República. Alberto Haddad se auto-exilou durante o processo, o que lhe valeu uma decisão excêntrica do Tribunal: foi considerado morto civil. Já Deivis foi condenado e removido do GV.

Na Câmara ganha destaque a disputa política entre dois expoentes da base aliada do governo, Thiago Henrique e Renan Machado. A briga era pelo cargo de líder do governo e levou os dois a várias vezes votarem com a oposição por questões pessoais. Não à toa o governo Faccioni começou a desgastar-se rapidamente.

Tempos Turbulentos: A crise do governo Faccioni, O golpe monarquista e a queda da III República[]

Em pouco tempo, em parte por causa da inércia do Poder Executivo, em parte por causa das grandes discussões que haviam na comunidade, o Poder Judiciário passou a ser o órgão mais atuante do GV. Desde as brigas mais comezinhas até as denúncias de fakismo. Os ministros foram, com isso, gradativamente ganhando mais importância.

De outro modo, a Câmara perdia alguns deputados. Thiago Henrique foi cassado após condenação em processo por fakismo. Renan Machado renunciou e não respondeu o processo até o fim, ficando na mesma situação de Alberto Haddad. Na grande onda denuncista, até Marcel Rocha foi atacado, porém foi absolvido.Outro golpe no governo foi a renúncia de Diego Mariano, que também deixou o DEM e foi para a USD.

O mês de Julho de 2007 foi péssimo para o governo. A Câmara entrou em recesso, paralisando a votação de projetos importantes para o Executivo. Por outro lado, o Presidente Faccioni, por problemas de saúde não conhecidos na época, sumiu sem prévio aviso por 3 semanas. E este sumiço foi motivo para a oposição pedir seu impedimento por abandono de mandato assim que a Câmara voltou do recesso. Ressalte-se que a Câmara terminou o recesso graças a decisão judicial. Faccioni recuperou-se e apareceu a tempo de explicar a situação. Assim, apesar de o governo não ter maioria no Legislativo, o pedido de abertura de processo de impedimento foi derrotado na Câmara.

Após todo este desgaste,um dos períodos mais turbulentos da história do GV começaria. No início do mês de agosto, eu levantei uma questão que havia passado despercebida por todos: o mandato dos ministros Lord Crawford e Eliezer Iwatani havia terminado em 25 de julho. Isto devido a uma grave falha na Constituição, que previa mandato de 2 meses para os ministros, mas eleições de 4 em 4 meses, o que importaria em o GV ficar 2 meses com apenas um ministro no STF.

No início, Lord Crawford resistiu a idéia de largar o posto, mas, sob pressão dos membros, renunciou ao seu mandato. O mesmo foi feito por Eliezer Iwatani. Republicano ficou sozinho no comando do STF, sendo responsável pela organização de novas eleições para as duas vagas que restaram. Entretanto, num ato de astúcia, Republicano faz uma jogada de mestre, alterou o regimento interno do STF e reverteu a renúncia de Lord e Eliezer. Logo após, renunciou e passou a moderação da comunidade para Lord. Este reivindicava a moderação vitalícia sob o discurso de ter sido o segundo colocado na eleição anterior, o que não era aceito pela esquerda, a qual afirmava que Lord não tinha respaldo popular para ser moderador vitalício. Eliezer se comprometeu a sair do cargo assim que as eleições para o STF terminassem. Apesar de todo o caos, as eleições para o STF ocorreram normalmente, sendo eleitos Eric Tavares e Tiago Pacheco. No entanto, a insistência de Lord Crawford em permanecer com a moderação vitalícia fez os ânimos acirraram-se novamente. A direita se posicionou no sentido de apoiar a decisão de Lord, enquanto a esquerda passou a contestálo. O caos instalou-se na comunidade. Então, na madrugada do dia 13 para o dia 14 de agosto de 2007, foi articulado um movimento monarquista através de uma reunião via MSN que contava com a 9 participação do Presidente Faccioni, dos Ministros do STF, Lord Crawford e Eliezer Iwatani, do Dep. Diogo Luz e de Guilherme Macalossi. Nesta reunião discutiram a criação de uma nova Constituição para o GV. Macalossi, segundo suas próprias palavras, retirou-se do movimento por não concordar com o modo pelo qual seria proposta a constituição: através de um golpe. Faccioni também teria se retirado do movimento pelo mesmo motivo. No alvorecer do dia 14 de agosto, foi outorgada e publicada a Constituição Imperial do GV. A nova carta transformou o GV em uma Monarquia Parlamentarista, sendo deposto o Presidente Faccioni, nomeado Eliezer Iwatani como Imperador e Renato Bacon (TRABALHISTAS) como Primeiro Ministro. A nova Constituição também deu indulto a todos os condenados do GV. Imediatamente a esquerda e setores da direita inconformados com o acontecido declararam guerra à nova ordem imposta. A imprensa gevense dividiu-se. O jornal VOZ DO POVO, de propriedade de João Paulo, fake do ex-deputado Thiago Henrique, posicionou-se a favor do golpe, enquanto a Folha Virtual, de minha propriedade, insurgiu-se contra a ascenção dos monarquistas. Tal posicionamento levou o movimento golpista a me expulsar do GV. Diego Marxista, do PC, organizou o Movimento pela IV República, MR-4. Tal movimento ganhou apoio maciço de grande parte da comunidade. Outros membros do GV, no entanto, como Alberto Haddad, Thiago Henrique e Emelly Tostes declararam apoio ao Imperador. O movimento golpista declarou ilegal o MR-4, classificando-o de organização terrorista. Todos os seus membros foram expulsos do GV, até Diogo Luz, este por causa de um mal entendido. Dentro da esquerda crescia um certo descontentamento com a posição de Renato Bacon, por este ter aceitado o cargo de Primeiro Ministro. Ao lado disso, o Min. Tiago Pacheco foi tido como herói da resistência, ao usar das prerrogativas de seu cargo e atacar a Monarquia, expulsando mais de 50 membros em menos de 20 minutos. Este fato foi tido como o “Ensaio Geral” do GV. Ao contrário do que todos achavam, Bacon tramava em segredo o grande contra-golpe. Poucas pessoas foram avisadas do que era tramado. E às 20 horas do dia 16 de agosto de 2007, o Primeiro Ministro Renato Bacon comando o contra-golpe republicano e derruba a incipiente monarquia, removendo quase todos os membros da comunidade, deixando apenas Diogo Luz, Lord Crawford e Eliezer. Era o fim do reinado do Imperador Eliezer, posteriormente conhecido como Eliezer, O Breve. A IV República começava ali.

Reorganização e primeiras eleições da IV República[]

Aos poucos a nova comunidade foi crescendo e depois que passou dos 100 membros novas eleições foram organizadas. Na USD, a candidatura à Presidência era disputada por Rodrigo Silveira, ex-ministro dos transportes de Faccioni e Lucas Guerra, ex-ministro de Indústria, Comércio e Turismo do governo direitista. Por fora, ainda disputava a mesma indicação o ex-vice-Presidente Diego Mariano que, ao perceber que perderia a indicação, abriu mão da candidatura em prol de Silveira. Ao fim, Rodrigo Silveira foi ungido candidato pela USD. Nos outros partidos, houve grande discussão acerca das candidaturas. O TRAB, assim como o PS decidiram apoiar o candidato social democrata. Já o PC e o PLZN, de orientação zapatista, lançaram a candidatura de Marcos Zapata. O TORY que cogitava, antes do golpe monarquista, lançar Lord Crawford, teve que engolir a candidatura do ex-desafeto Alberto Haddad, pela União Conservadora Nacional (UCN).

Postas as três candidaturas, o resultado final do primeiro turno indicou vitória de Silveira, com 46%. Haddad terminou com 32% e Zapata com expressivos 22%. Ao perceber a derrota no primeiro turno, Haddad ainda tentou uma manobra jurídica, dizendo que renunciaria a candidatura para que Zapata fosse ao segundo turno, esperando que com isso a USD fosse traída pela esquerda. No entanto, tal manobra não tinha base jurídica e Haddad continuou na disputa. No segundo turno, deu USD: Rodrigo Silveira 59%, Alberto Haddad 41%

A direita ainda tentou melar as eleições quando Jean Ricardo e Marcelo Aziz publicaram “prints” fajutos acusando Silveira de fakismo. A farsa foi logo descoberta e Aziz foi condenado. Jean conseguiu se livrar da condenação.

Auge da IV República: A era de ouro do GV[]

O governo Silveira, recém eleito, tinha situação privilegiada, já que contava com larga bancada na Câmara (9 dos 15 deputados) e uma grande onda de euforia. Gustavo Blah, do PC foi eleito Presidente da Câmara.

O início foi um pouco tímido, já que os colaboradores do governo não sabiam bem suas funções, o que trouxe Haddad a ganhar os holofotes com várias críticas bastante ácidas. Mas em pouco tempo o governo começou a trabalhar efetivamente. Criou alguns órgãos de interação entre o Executivo e a população e reduziu o número de ministérios, cortando o tamanho do Estado.

A par disso, o governo Silveira começou agressiva campanha visando buscar membros para a comunidade. Em pouco tempo, o GV alcançava mais de 400 membros, sendo a maior e mais ativa micronação do Orkut.

Junto com estes membros, chegou Gabriel Vinícios que fundou a Nova Direita Conservadora (NDC), com o objetivo de oxigenar a direita. Logo aliou-se à UCN e ao TORY com vistas às eleições do STF em novembro.

Os ministros do STF não poderiam se candidatar à reeleição, havendo então votação para ocupar as três vagas no Judiciários. Pela direita, concorriam Guilherme Macalossi, Gabriel Vinícios e Lord Crawford. Pela esquerda, Aava, Daniel Bosco e Daniel “Olho”.

Naquela época as enquetes eleitorais duravam 7 dias. No decorrer da semana, os candidatos da esquerda lideraram com folga a votação. No entanto, faltando poucos minutos pra terminar a eleição, a direita consegue uma virada surpreendente, elegendo Gabriel Vinícios e Guilherme Macalossi. Lord não conseguiu voltar ao STF, ficando Daniel Bosco. Porém, logo depois da posse, uma ação foi proposta contra Daniel Bosco, acusado de não preencher os requisitos para a candidatura. O resultado foi sua impugnação. O STF ficou então com apenas dois ministros, sendo Gabriel Vinícios seu Presidente.

No plano político uma grande inovação havia sido aprovada: o Plano de Estruturação do Sistema Econômico Virtual (PESEV). Pela primeira vez uma micronação do Orkut simulava uma economia. Tal plano foi gerido pelo Ministro da Fazendo, José Vincenzo, mas foi elaborado em conjunto com o Presidente Rodrigo Silveira e o Deputado Gustavo Blah. A esquerda ainda se fortalece com a fusão do TRAB e do PS, formando o Socialistas (SOC.

A economia tornara-se um sucesso e neste momento o GV estava mais movimentado do que nunca, contendo ainda pouco mais de 500 membros, uma marca histórica.

A quadrilha da NDC e a crise da IV República[]

Todo este sucesso foi interrompido pela descoberta de um fake chamado “Moranguinho”. O governo da USD então, em parceria com o ministro do STF Guilherme Macalossi e o Procurador Geral Blas Sanchez inicia uma verdadeira caça aos fakes visando eliminá-los do GV. Esta operação incluía um conjunto de leis que dava mais transparência no aceite de novos membros, obrigando os moderadores a publicar em tópico os perfis aprovados e rejeitados, assim como sua fundamentação. Em pouco tempo, mais de 50 fakes foram descobertos e expulsos do GV. A grande maioria deles estava ligada à NDC.

Neste momento a NDC é acusada pelos mais diversos setores de ser uma organização criminosa com vistas à fraudar eleições. Concomitantemente, as articulações para as eleições gerais de janeiro de 2008 estavam em andamaento. Apesar do sucesso do governo, o fenômeno NDC dava grande força para a candidatura de Alberto Haddad que, segundo pesquisas pré-eleitorais, venceria a eleição em primeiro turno. A esquerda uniu-se em torno de Gustavo Blah, do PC, ex-Presidente da Câmara, já que Rodrigo Silveira havia desistido de disputar a reeleição.

Apesar de todo o tumulto, as eleições foram iniciadas, porém, antes de terminar seu primeiro dia, descobriu-se um fake. As votações foram imediatamente suspensas. As investigações mostraram que o fake era da NDC. Neste momento a pressão sobre o Min. Gabriel Vinícios, do STF (fundador da NDC), tornou-se insustentável. Mas o pior ainda estava por vir.

Gabriel Vinícios bateu o pé e recusou-se a renunciar ao cargo. As eleições foram reiniciadas. Tudo corria relativamente bem até que o inesperado ocorre. Um fake apareceu na mediação do GV e deletou todo o fórum da IV República, sem mexer nas votações. Durante toda a tarde daquele dia o fake continuou na moderação. Dizia-se chamar Maurício Biblos, membro da NDC, Durante a crise, Marcel Rocha manteve contato com o terrorista. Á noite, Gabriel Vinícios entrou no GV, retirou o fake da mediação e renunciou ao cargo. Macalossi assumiu a Presidência do STF.

Não havia mais nada a se fazer. Haddad retirou sua candidatura à Presidência da República e as eleições foram suspensas por tempo indeterminado. A IV República acabara de fato. O GV tinha sua estrutura totalmente corroída. Eram tantos fakes que não havia como continuar o GV naquela comunidade.

A esperança de um novo tempo[]

Guilherme Macalossi, Presidente do STF decidiu deletar a comunidade da IV República e transferir o GV para outra comunidade. Logo o GV voltou a crescer. Foi elaborado um plano de reestruturação da comunidade. No dia 25 de janeiro de 2008, Renato Bacon, Presidente da Câmara, Rodrigo Silveira, Presidente da República, e Guilherme Macalossi, Presidente do STF dissolveram o GV. A dissolução do GV cancelou todas as condenações e, como se diz, “resetou” o GV, pois seria como se nada tivesse existido antes.

Foi formado um Conselho Administrativo visando a reorganização do GV e a construção das bases da nova República. Entre as ações estava a convocação de uma Assembléia Constituinte em que as forças políticas estariam em pé de igualdade.

V República: A Assembléia Constituinte e as primeiras eleições presidenciais[]

Na Constituinte o grande debate girou em torno da forma de governo. Presidencialismo, Parlamentarismo ou Semi-Presidencialismo: qual seria o melhor para o GV? Visando maior interatividade, a proposta Semi-Presidencialista venceu.

Sob este prisma, transcorreram as primeiras eleições para Presidente da República. Márcio Marxcio (SOC) e Dimitrius Dantas (TORY) se candidataram. No entanto, a candidatura do primeiro foi indeferida, tornando Dimitrius Dantas candidato único com Lucas Guerra candidato a Vice-Presidente. Logicamente, foram eleitos.

Mário Ferrer, da USD, foi eleito no Parlamento o priemiro Premier gevense. Com a falta de apoio do então Presidente da USD Vincenzo, Mário Sérgio renunciou ao seu cargo e saiu do partido indo para o TORY.

De outro modo, pouco tempo após tomar posse, uma decisão da justiça em processo movido por Márcio Marxcio impugnou a candidatura de Dimitrius Dantas. Dantas foi, então, cassado.

Com as novas eleições convocadas, os candidatos foram Vincenzo Procopio, pela USD e Guilherme Macalossi, que desistiu de sua aposentadoria, pelo TORY. Após transcorridos 3 dos 4 dias de votação, Vincenzo vencia com certa folga. No entanto um fato mudou totalmente a situação: Lucas Moreno, então cnadidato à vice na chapa de Vincenzo, retirou sua candidatura e desfiliou-se da USD. Esta atitude prejudicou a candidatura de Vincenzo que ficou automaticamente inviabilizada de continuar na eleição. Vincenzo retirou sua candidatura e Macalossi foi eleito Presidente da República.

O renascimento do GV[]

Desta vez o novo Premier escolhido foi Rafael Jorge, do TORY. Macalossi tinha funções praticamente decorativas, já que o sistema era Semi-Presidencial no papel e Parlamentarista de fato. Porém Rafael Jorge era muito ausente e em pouco tempo uma moção de censura foi aprovada no Parlamento, obrigando-a renunciar ao cargo. Era o segundo Premier que caía.

No âmbito do Judiciário, o STF, formado por Eric Stocchero, Júnior e Lord Crawford, começou a reorganização do sistema jurídico gevense, simplificando ao máximo os atos jurídicos.

No Parlamento, Lucas Guerra, da USD, foi eleito Primeiro Ministro. Durante seu governo o combate aos fakes foi fortalecido, sendo criada a Polícia Federal Virtual. Outro ponto positivo foi o crescimento da comunidade, a população do GV praticamente dobrou. Também foi aprovada emenda constitucional acabando com o Semi-Presidencialismo, fazendo o GV retornar ao Presidencialismo.

O primeiro presidente reeleito do GV[]

Guilherme Macalossi, agora sob a estrutura Presidencialisa, candidatou-se pelo TORY e com apoio da Frente Progressista (partido formado por dissidentes da USD) que indicou o ex-Presidente Rodrigo Silveira como vice. A Frente Democrática, bloco formado por USD, SOC, e PC lançou Márcio Marxcio (SOC) para a Presidência. O candidato a vice era Jean Ricardo, do Partido Independente (PI), no entanto sal candidatura foi impugnada pela Justiça Eleitoral e substituída pela de Victor Tretter (SOC).

Com apenas dois candidatos, a disputa encerrou-se em primeiro e único turno, com Macalossi sendo reeleito com 58% dos votos. No Parlamento, as eleições foram mais equilibradas, ficando a direita com 8 cadeiras, enquanto a esquerda ficou com 7.

(PICANÇO, Victor. História do Governo Virtual, A. Capital do Gevê. 1ª edição)

Governo Henrique Lemos[]

O Governo de Henrique Lemos (FP), iniciou-se em uma eleição acirrada entre os Direitistas representado por Henrique Lemos (FP-TORY) e os Esquerdistas representados por Deivis Victor (FD), sua administração foi marcada pela promessa de atração de novos membros, e foi um governo que muitos diziam ser um Governo de Marketing.

Entretanto, o número de participantes no Governo Virtual teve um aumento considerado logo no ínicio de seu Governo. Lemos iniciou um Programa de atração de novas pessoas. Outras tantas polêmicas foram presenciadas no Governo Lemos, como a participação de sua então namorada Bruh Baptista, e a entrada de Michelle Fransan que gerou muita polêmica por se parecer com perfis fakes (o que no GV é proibido).

Lemos por ser o primeiro presidente representando os membros novos, levantou a bandeira da Inovação, sob o lema "GV de Novas Idéias!", o presidente revelação conseguiu trazer ao Governo Virtual, um pouco mais de atividade, tirando o GV da intensa crise participativa que se instalava. Além de tantas outras ações, como o início das amplas relações Exteriores com Sofia e Reunião, e também o estabelecimento de Decretos que muitos julgaram como "Golpe". Dentre os principais feitos de Henrique Lemos, conhecido também como HL, está o aprofundamento das Relações Exteriores pasta na qual foi ocupada na época por Mário Sérgio, e a popularização do Governo Virtual no micromundo, fato que jamais havia ocorrido. No fina do mandato Lemos tinha 50% de aprovação popular, e isso ocasionou a reeleição com 63% dos votos válidos, algo jamais visto no GV.

O segundo mandato[]

No segundo mandato (15/03-15/07), Henrique Lemos governou com quem antes era oposição ao seu governo. Neste período o TORY, que antes era aliado do primeiro governo passa a ser oposição e a FD, que antes era oposição passa a ser situação. As Relações Exteriores, que passou a ser a "menina dos olhos" do Presidente Lemos continuou progredindo, houve aproximação com Pasárgada, Porto Claro e até mesmo uma tentativa de anexação com Krashkovia.

Em meados de maio, a República do Governo Virtual é abalada pela maior crise de inatividade de todos os tempos do GV. Muitos membros deixaram a comunidade e abandonaram o GV, o Parlamento estava em recesso, o poder judiciário engatinhava. O caos estava instalado. O Presidente Mário Henrique Lemos não soube lhe dar com o problema, e pediu licença por 15 dias, passando o cargo para seu Vice, José Vincenzo(USD).

José Vincenzo nos 15 dias de governo, conseguiu conclamar uma Assembléia Geral Extraordinária para traçar metas e tirar o GV da inatividade. Mas membros governistas bagunçaram a reunião, chamada pelos próprios governistas. Com isso, a única tentativa de Vincezo estava por água a baixo.

Em seguida o Presidente Lemos retorna ao poder e causa um desgaste entre a sua própria equipe, exonerando o ministro da economia. Diego Marxista se revolta com Lemos e instala uma crise institucional dentro da própria Base Governista, e juntamente com ele o SOC adere a campanha de rejeição ao Governo HL. E para piorar, Lemos diz para a sociedade gevense que tem a intenção de submeter o GV a uma outra micronação, o que gerou rumores de Impeachment ao presidente. Como o presidente tiha 60% dos deputados no parlamento em sua base, o Impeachment não passou de um susto.

Lemos chega ao final de seu governo desgastado pelas brigas entre o TORY, pela inativiadade que havia se instalado, pelos atritos com membros oposicionistas em seu partido (FP) e pela crise na própria base governista. Há que diga que o maior erro de Henrique Lemos, foi ter se candidatado à reeleição.

Mas no último mês de Governo, HL decide criar uma Assembléia Nacional Constituinte, visando modificar todo o ordenamento jurídico que se encontrava falho no GV. Entretanto, o Parlamento ainda estava em recesso, e com uma crise de participação. A população ativa se mostrava favorável à criação da Assembléia, com excessão de Diego Mariano e Victor Picanço.

Com apoio da população, Henrique Lemos não viu outra forma de conclamar a Assembléia se não por um Decreto Executivo. Tal decreto entregava poderes à população, para em Referendo e Plebiscito Popular, decidir se a ANC deveria ser criada.

Com apoio da maioria absoluta (73% dos votos) a ANC foi criada e deu-se início aos trabalhos. Com a Assembléia Nacional Constituinte operando, Henrique Lemos conclui seus oito meses de mandato trabalhando para eleger seu sucessor, José Vincenzo (USD).

Mário Henrique Lemos foi o Presidente que ocupou o cargo por mais tempo, quebrando o record de sete meses do seu antecessor, Guilherme Macalossi.

O abandono de Alberto Haddad e a reeleição Henrique Lemos[]

As eleições de março de 2009 foi marcada pela desistência de candidatura à Presidência da República e abandono do Governo Virtual pelo ilustre político Alberto Haddad (TORY), favorito em maioria das pesquisas pré-eleitorais. Então a coligação TORY/MDGV/PDU lançou em convenção como candidatos o político Jonathan Maxuell (TORY), para Presidente e Jean Ricardo (MDGV), para Vice. Já a coligação FP/USD/PC/SOC/PTS lançou Henrique Lemos para reeleição e José Vicenzo USD) de vice.

O resultado da eleição foi: Henrique Lemos / José Vincenzo -> (FP/USD/PC/SOC/PTS) 52 votos (63%) Jonathan Maxuell / Jean Ricardo -> (TORY/MDGV/PDU) 30 votos (36%)

Henrique Lemos conseguiu se reeleger.

Os Parlamentares eleitos foram Alexandy Kakynho (SOC), Brayan Ávila (FP), Cristian Lima (MDGV), Deivis Victor (USD), Diego Marxista (PC), Eliezer Iwatani (TORY), Fernando Milhomen (TORY), Hassan Fernando (TORY), Lucas Hatano (PTS), Lucas Moreno (FP), Márcio Marxcio (SOC), Marcos Zapata (SOC), Mario Sérgio (PDU), Matheus Borges (PDU) e Victor Picanço (USD).

A terceira legislatura da 5ª República encerrou as atividades com a seguinte composição: Alexandy Kakynho (SOC), Brayan Ávila (FP), Diego Foster (LIB), Éric Tavares (TORY), Fernando Milhomen (TORY), Guilherme Sena (USD), Hassan Fernando (TORY), Léo Brandão (LIB), Lucas Hatano (NAC), Lucas Moreno (FP), Márcio Marxcio (SOC), Marcos Zapata (SOC), Mito Dantas (USD), Renan Machado (LIB) e Victor Picanço (USD).

A Decadência da V República[]

Nos dias finais do mandato de Henrique Lemos, este trabalhou intensamente para eleger seu sucessor, José Vincenzo (USD), numa disputa contra a ala conservadora do GV, o TORY. Vincenzo estava em um momento positivo de sua trajetória, pois desempenhava muito bem os trabalhos na pasta de Relações Exteriores e era visto como o melhor Vice-Presidente da história, sendo o verdadeiro braço direito de Lemos. Com base em seu trabalho foi então escolhido pelos militantes da USD para suceder os bons feitos realizados durante todo o período de sucesso da V República, nisso incluia a esperança de continuidade da Assembléia Nacional Constituinte - ANC que estava em vigor e trazia uma expectativa de nova vida para o GV.

Nas eleições, Vincenzo venceu o candidato, Éric Tavares, com cerca de 54% dos votos. Após a posse de Vincenzo, o foco das atenções era a ANC, que contava com a participação de membros notéveis como Alexandy Kakynho, Blas Sanchez, Júnior de Farias, Mito Dantas, Rodrigo Silveira, Renan Machado, Matheus Borges, Éric Tavares entre outros.

Momentos difíceis virão[]

Vincenzo estava governando bem o GV, embora seu governo estivesse tomando uma postura mais tímida e continuista, prestando apenas manutenção aos programas já existentes.

Eis que uma medida judicial, impretada pelo legalista Victor Picanço e com respaldo do conservador, Diego Mariano, exige que a ANC interrompa seus trabalhos. Os membros ficaram perplexos com aquela decisão e iniciou-se um amplo debate que dividiu o GV em dois grupos: Os pró-ANC e os Contra-ANC.

A medida judicial decretada pelo juiz, Diego Mariano, dava margem para questionamentos que comprometia a sua legitimidade. Até os dias de hoje se discute se Mariano estava errado.

Com o fim da ANC e um judiciário questionável, os membros se viram impotentes para levar a briga à uma Ação Judicial. Com isso o movimento dos pró-ANC decidiu tomar uma decisão histórica: Se abster do GV e criar uma micronação dissidente, chamada República de Cartago. Com a criação de Cartago, 11 membros notáveis no GV deixaram de participar, o que gerou uma intensa crise de inatividade. Vincenzo estava diante de um problema gigantesco, e qualquer decisão sua seria levada à história.

O Presidente Vincenzo, frente ao problema da inatividade e o desepero dos membros que ficaram no GV, decide então se abster te qualquer pronunciamento, ou seja, ele simplesmente sumiu. Os que ficaram no GV questionavam onde estava o Presidente. Houve momentos em que Victor Picanço, que morava próximo de Vincenzo, chegou a ligar para a casa do Presidente para saber o que havia acontecido, contudo, ninguém atendia o telefone.

Dias se passaram, e o GV parecia estar jogado as traças. Os membros recorrem ao Vice-Presidente de Vicnenzo, Alexady Kakynho (SOC). Mas para surpresa de todos, Kakynho revoltado com o fim da ANC também tinha ido para Cartago. Como o Presidente havia sumido e o vice se retirado do GV, recorreu-se ao Presidente do Parlamento, Thiago Henrique (PTS).

Thiago aceitou assumir o comando do GV sendo o Presidente Interino, mas esse status não durou nem dois dias. Thiago não tinha uma aceitação muito boa entre os gevenses, e isso fez com que Diego Mariano tomasse a força seu cargo de Presidente Interino do GV. Após a "destituição" de Thiago Henrique, foi criado então o Conselho Administrativo do GV, órgão que sempre entrou em ação nos momentos mais dificeis da história gevense.

A VI República e a volta da atividade no GV[]

O Conselho Administrativo decidiu então criar uma nova Assembléia Constituinte - ANC e reorganizar a estrutura jurídica do GV. Com isso foi reaproveitada a comunidade do partido USD para que ali fosse a nova sede do GV, ficando a comunidade anterior para o acervo histórico, Museu. Estava então criada a VI República! Ainda com a ANC funcionando, é eleito por voto indireto Marcel Rocha (USD).

Após promulgar a Nova Constituição e reestabelecer os Poderes da Nova Edição do GV, decide-se então promover a eleição para Presidente pelo voto direto (com a participação de todos os membros da comunidade).

Racha na USD[]

Neste ínterim, a USD perdeu um de seus expoentes. Por discordar da automatização da aliança da USD com os socialistas, Vitor Picanço deixou o partido e fundou o PFD, Partido da Frente Democrática, buscando construir uma agremiação que se portasse de forma independente, fugindo da radicalização ideológica vigente.

Uma segunda chance[]

Após a crise ter passado, José Vincenzo decide retornar ao GV, pedindo desculpas pelo sumiço e alegando que não tinha como ele governar frente ao problema que tinha em seu governo.

Marcel Rocha, que estava nos dias finais de seu mandato de Presidente decide então apoiar Vincenzo para ser seu sucessor. Vincenzo então, pedindo uma segunda chance aos gevenses, entra de cabeça na campanha eleitoral, com apoio de seus amigos da USD. O rival de Vincenzo nessas eleições foi Diego Mariano (TORY). A campanha se pautou pelo sumiço que Vincenzo fez na V República, assunto este abordado pelo TORY, enquanto que Vincenzo abordava a falta de participação e o histórico de golpes dados ao GV pelos membros do TORY.

O resultado disso tudo foi a reeleição de Vincenzo pela segunda vez, derrotando Diego Mariano.

Contudo, o governo de Vincenzo foi caótico e jogou o GV em nova crise de inatividade. Não tendo capacidade para superar a crise, apenas 2 meses depois de eleito, o presidente Vincenzo abandonou pela segunda vez o mandato, renunciando ao cargo.

Empurrando com a barriga[]

Com a renúncia do presidente Vincenzo, o vice, Rafael Gordilho (PFD), assumiu a liderança do GV, mas teve uma atuação pífia. Gordilho manteve-se ausente do GV e só aprofundou a crise de inatividade. Seu governo não tomou nenhuma medida para reerguer a micronação. 

Ao cabo, faltando apenas 4 dias para o término de seu mandato, foi cassado pelo Parlamento, em virtude de sua inatividade. O então presidente do Parlamento, Diego Mariano, assumiu a presidência pelo período restante.

Marcel Rocha de Novo[]

Nas eleições de junho/2010, Marcel Rocha (USD) foi escolhido novamente para presidir o GV, ao vencer o candidato Vinícius do Carmo (PFD). A eleição, muito concorrida, foi vencida por 2 votos a favor de Marcel. Contudo, apesar de um início promissor, a oposição que conseguiu maioria no Parlamento não facilitou a vida do presidente. Com o clima de radicalização intenso, a oposição, liderada por Diego Mariano, utilizando-se de um detalhe técnico (o presidente era obrigado a nomear três ministros para seu governo, sob pena de incorrer em crime de responsabilidade), pediu o impeachment de Marcel Rocha. Para evitar a cassação, já que não tinha maioria no Legislativo, Rocha então renunciou ao mandato em favor de seu vice, Daniel Lago, também da USD.

Governo Lago[]

A gestão de Daniel Lago foi absolutamente desastrosa. A crise de inatividade, que havia começado a arrefecer no governo Marcel, voltou com toda a força. O governo ficou paralisado e não tomou iniciativa alguma.

Candidato Único[]

O resultado da crise de inatividade, contudo, terminou por beneficiar a USD. Com o desinteresse dos gevenses pela micronação, até mesmo os opositores se ausentaramo GV só teve um único candidato a presidente: Rafael Digal, da USD, tendo o ex-presidente bi-renunciante Vincenzo Procopio como vice. O comparecimento eleitoral foi pífio: apenas 21 pessoas votaram, a menor participação da história.

Governo Digal[]

A gestão de Rafael Digal conseguiu excelentes resultados. Além de dar fim à longa crise de inatividade, o governo retomou ações de debates e divulgação do GV. No Parlamento, conseguiu apoio do PFD, o que lhe deu maioria para governar. Paradoxalmente, este sucesso foi a causa da sua derrota posterior.

A Volta Dos Que Não Foram[]

Além do crescimento da atividade, outro fato marcou a gestão Digal: o retorno dos gevenses que tinham se auto-exilado em Cartago. Liderados por Dimitrius, Blas e Do Carmo, os cartagineses voltaram ao GV e criaram o Partidão, agremiação política com o objetivo explícito de 'trollar' o GV.

Cai a USD e o nascimento de um novo Líder " Mário Ferrer"[]

As eleições de fevereiro de 2011 foram atípicas. Rafael Digal, em aliança com o PFD, buscou a reeleição. Do outro lado, Mário Ferrer, pelo PRO; Vinícios do Carmo, pelo PARTIDÃO; e Jean Ricardo, pelo CON, buscaram derrotar a USD. Digal ficou a apenas 2% de vencer no primeiro turno. Pela oposição, Ferrer surpreendeu e passou à segunda etapa. No segundo turno, a atuação do PARTIDÃO foi determinante. Seus membros negaram apoio explícito a qualquer candidato e trabalharam para que a eleição terminasse empatada, o que favoreceu Ferrer. Ao fim, com o resultado em 50% x 50%, Ferrer foi declarado eleito por ter mais tempo na micronação. Pela primeira vez na VI república, a USD perdeu uma eleição presidencial.

O Governo Ferrer[]

Eleito com 50% dos votos no segundo turno, Mário Ferrer fez do novato PRO o partido mais importante do GV, ocupando praticamente todos os cargos do executivo, construiu junto com o PFD um governo marcado pelo alto nível de participação, O Governo Ferrer foi marcado pelos debates com 3 grupos distintos Governo, Oposição e independentes, também foi o primeiro governo a criar as Audiências publicas com o slogan DEMOCRACIA SE CONSTRÓI COM TODOS, já na parte das micronações a relação com o Reino da França e Açores foram aprimoradas estudando as suas características e aproximando os seus cidadãos com o GV.

PROJETO GV 200 UM NOVO TEMPO.

O projeto que mobilizou todos os ministérios na divulgação do GV nas demais comunidades, em pouco tempo alcançando o objetivo dos 200 cidadãos, após um 1 ano do termino do mandato do Governo Ferrer o GV possuí 228 cidadãos mostrando assim que os demais governos esqueceram esta área de atuação.

No final do seu mandato sua aprovação chegou aos 50% de aprovação popular e com um baixo nível de desaprovação rolando em torno de 20%

Partidos em atividade[]

Atualmente não há partidos em atividade no Gevê.



Partidos extintos[]

Aliança Renovadora (ARENA)

Conservadores (TORY) - 80

Partido da Frente Democrática (PFD)

Partido Renovador Liberal (PRL) - 44

Progressistas (PRO) - 70

Socialistas (SOC) - 68

União Social Democrata (USD)

Aliança Liberal Cristã (ALC)[]

Aliança Liberal Democrata (ALD)

Aliança Liberal Progressista (ALP) - Incorporado ao MDGV

Aliança Reedificadora Nacional (ARENA)

Conservadores do GV (CON) - Incorporado ao TORY

Democratas (DEM) - Incorporado ao PFD

Frente Progressista (FP)

Liberais (LIB) - Incorporado ao TORY

Movimento Democrático do Governo Virtual (MDGV)

Nacionalistas (NAC)

Nova Direita Conservadora (NDC)

Partidão (PPBCMLMDEEDDCOSDRC) - Incorporado ao TORY

Partido Conservador Democrata (PCD) - Incorporado ao TORY

Partido Comunista (PC)

Partido Comunista dos Trabalhadores (PCT)

Partido da Direita Unificada (PDU) - Incorporado à ALP

Partido da Frente Liberal (PFL)

Partido da Ordem Popular (POP)

Partido da Renovação Democrática (PRD) - Incorporado à USD

Partido da Transformação Social (PTS)

Partido Democrata (PD)

Partido Democrata Conservador (PDC)

Partido Democrata Liberal (PDL) - Incorporado à USD

Partido Democrático da Iniciativa (PDI)

Partido Democrático Reformista (PDR) - Incorporado ao TORY

Partido Liberal Conservador (PLC)

Partido Nacional Direitista (PND)

Partido Republicano Conservador (PRC)

Partido Social Democrata (PSD) - Incorporado à USD

Trabalhistas (TRAB)

União Conservadora Cristã (UCC)

União Conservadora Nacional (UCN)

União do Movimento Popular (UMP)

Zapatistas (ZAP) - Incorporado ao SOC

Poderes[]

A República do GV é dividida em três poderes: Poder Judiciário, Poder Legislativo e Poder Executivo.

O Poder Judiciário é formado pela Suprema Corte de Justiça, composta por 3 juízes. Ainda há uma sub-divisão bastante original, pois cada juiz é responsável por determinado tipo de matéria. Há o Ministro de Causas eleitorais (MCE), o Ministro de Causas Penais (MCP) e o Ministro de Causas Cíveis (MCC). Estas sub-divisões funcionam como se fossem a primeira instância, cabendo recurso ao plenário da SCJ.

O Poder Legislativo é unicameral, tendo como instância o Parlamento. Este é composto por 6 deputados, sendo 5 eleitos pelo sistema de lista pré-ordenada e 2 pelo sistema majoritário.

O Poder Executivo é composto pelo Presidente e Vice-Presidente da República e pelos Ministros de Estado. Os primeiros são eleitos por voto direto pelo povo gevense, enquanto os últimos são nomeados pelo Presidente.

Membros ativos[]

O Governo Virtual, em seu auge, chegou a possuir mais de 500 membros, sendo cerca de 100 ativos. 

Histórico de eleições presidenciais na VI República[]

Fevereiro de 2010[]

Candidato a Presidente Candidato a Vice-presidente Partido/coligação Votos % Situação
José Vincenzo (USD) Rafael Gordilho (PFD) USD/PFD 21 53,85 Eleito
Diego Mariano (TORY) Rodrigo Silveira (PRP) TORY/PRP/PCD 18 46,15 Não eleito
Total 39 100


Junho de 2010[]

Candidato a Presidente Candidato a Vice-presidente Partido/coligação Votos % Situação
Marcel Rocha (USD) Daniel Lago (USD) USD 25 52,08 Eleito
Vinícius do Carmo (PFD) Marcelo Marcon (PRL) PFD/PRL/TORY 23 47,92 Não eleito
Total 48 100


Outubro de 2010[]

Candidato a Presidente Candidato a Vice-presidente Partido/coligação Votos % Situação
Rafael Digal (USD) José Vincenzo (USD) USD 16 76,19 Eleito
Branco/nulo 5 23,81
Total 21 100


Fevereiro de 2011 (1º turno)[]

Candidato a Presidente Candidato a Vice-presidente Partido/coligação Votos % Situação
Rafael Digal (USD) Enrico Bianco (PFD) USD/PFD 37 48,68 2º turno
Mário Ferrer (PRO) Arthur Bastos (PRO) PRO 23 30,26 2º turno
Vinícius do Carmo (Partidão) Renato Bacon (Partidão) Partidão 16 21,05 Não eleito
Jean Ricardo (CON) Jonathan Maxuell (CON) CON/LIB/PRL - 0 Renunciou
Total 76 100


Fevereiro de 2011 (2º turno)[]

Candidato a Presidente Candidato a Vice-presidente Partido/coligação Votos % Situação
Mário Ferrer (PRO) Arthur Bastos (PRO) PRO 41 50 Eleito
Rafael Digal (USD) Enrico Bianco (PFD) USD/PFD 41 50 Não eleito
Total 82 100


Junho de 2011 (1º turno)[]

Candidato a Presidente Candidato a Vice-presidente Partido/coligação Votos % Situação
Henrique Lemos (USD) Rafael Digal (SOC) USD/SOC/PFD/PRO 42 48,84 2º turno
Victor Leoncio (TORY) Vinícius do Carmo (TORY) TORY 34 39,53 2º turno
Sandro Andrade (PRL) Aklaiton Lima (PRL) PRL 10 11,63 Não eleito
Total 86 100


Junho de 2011 (2º turno)[]

Candidato a Presidente Candidato a Vice-presidente Partido/coligação Votos % Situação
Henrique Lemos (USD) Rafael Digal (SOC) USD/SOC/PFD/PRO 42 56,76 Eleito
Victor Leoncio (TORY) Vinícius do Carmo (TORY) TORY 32 43,24 Não eleito
Total 74 100


Outubro de 2011[]

Candidato a Presidente Candidato a Vice-presidente Partido/coligação Votos % Situação
Victor Picanço (PFD) Sandro Andrade (PRL) PFD/PRL/TORY 24 72,73 Eleito
Branco/nulo 9 27,27
Total 33 100


Índices de aprovações de alguns presidentes do GV em suas épocas[]

Em ordem de aprovação:

1º: Presidente Alberto Haddad- 83% de aprovação ao sair do cargo.

2º: Presidente Rodrigo Silveira - 56% de aprovação ao sair do cargo.

3º: Presidente Henrique Lemos - 54% de aprovação ao sair do cargo.

4º: Presidente Guilherme Macalossi - 53% de aprovação ao sair do cargo.

5º: Presidente Mário Ferrer - 50% de aprovação ao sair do cargo.

  • Resultados baseados nas enquetes sobre aprovação de governo nas relativas épocas de cada governo, alguns ex-presidentes não tiveram seus índices medidos. Resultados sem caráter científico.

Lista de Chefes de Estado do GV[]

I Monarquia

Rei Henrique - 10/03/2007 - 13/03/2007

I República[]

Presidente Henrique Fernandes (USD) - 13/03/2007 - 08/04/2007* [interino]

Presidente Alberto Haddad (PDC) - 08/04/2007 - 26/04/2007* [eleito]

Presidente Blas Sanchez (PDC) - 26/04/2007* - 27/04/2007* [interino]

Presidente Rodrigo Silveira (sem partido) - 27/04/2007* - 28/04/2007* [interino]


II República[]

Junta provisória formada por Diego Aguirre, Deivis Victor e Guilherme Sena - 28/04/2007 - ??/??/2007


III República[]

Comando provisório de Marcel Rocha (USD) - ??/??/2007 - 13/06/2007*

Presidente Leonardo Faccioni (TORY) - 13/06/2007* - 12/08/2007 [eleito]


Império[]

Imperador Eliezer, o Breve - 12/08/2007 - 16/08/2007 [coroado/deposto]


IV República[]

Presidente Leonardo Faccioni (TORY) - 16/08/2007 - 01/10/2007 [eleito]

Presidente Rodrigo Silveira (USD) - 01/10/2007 - 25/01/2008 [eleito]


V República[]

Conselho administrativo formado por Rodrigo Silveira, Guilherme Macalossi e Marcio Marxcio - 28/01/2008 - 15/03/2008

Presidente Dimitrius Dantas (TORY) - 15/03/2008 - 17/04/2008** [eleito/destituido]

Presidente Guilherme Macalossi (TORY) - 17/04/2008 - 15/07/2008 [eleito]

Presidente Guilherme Macalossi (TORY) - 15/07/2008 - 15/11/2008 [reeleito]

Presidente Henrique Lemos (FP) - 15/11/2008 - 15/03/2009 [eleito]

Presidente Henrique Lemos (FP) - 15/03/2009 - 15/07/2009 [reeleito]

Presidente José Vincenzo Procopio (USD) - 15/07/2009 - 19/08/2009 [eleito/renunciou]

Presidente Thiago Henrique (PTS) - 19/08/2009 - 21/08/2009 [interino/Presidente do Parlamento/destituido]

Conselho administrativo formado por Rodrigo Silveira, Marcel Rocha, Hassan Fernando e Diego Mariano - 21/08/2009 - 01/09/2009


VI República[]

Conselho administrativo formado por Rodrigo Silveira, Marcel Rocha, Hassan Fernando e Diego Mariano - 01/09/2009 - 23/11/2009

Presidente Marcel Rocha (USD) - 23/11/2009 - 02/12/2009 [interino]

Presidente Marcel Rocha (USD) - 02/12/2009 - 15/02/2010* [eleito indiretamente]

Presidente José Vincenzo Procopio (USD) - 15/02/2010 - 14/04/2010 [eleito/renunciou]

Presidente Rafael Gordilho (PFD) - 14/04/2010 - 11/06/2010** [eleito/Vice-Presidente/destituido]

Presidente Diego Mariano (TORY) - 11/06/2010 - 15/06/2010 [interino/Presidente do Parlamento]

Presidente Marcel Rocha (USD) - 15/06/2010 - 26/07/2010 [eleito/renunciou]

Presidente Daniel Lago (USD) - 26/07/2010 - 17/10/2010 [eleito/Vice-Presidente]

Presidente Rafael Digal (USD) - 18/10/2010 - 15/02/2011 [eleito]

Presidente Vinícius do Carmo (Partidão) - 15/02/2011 - 20/02/2011 [interino/Presidente do Parlamento]

Presidente Camila Wu (LIB) - 20/02/2011 - 28/02/2011 [interina/Presidente do Parlamento]

Presidente Mário Ferrer (PRO) - 28/02/2011 - 15/06/2011 [eleito]

Presidente Lucas Guerra (USD) - 15/06/2011 - 18/06/2011 [interino/Presidente do Parlamento]

Presidente Rodinei Costa (SOC) - 18/06/2011 - 20/06/2011 [interino/Presidente do Parlamento]

Presidente Henrique Lemos (USD) - 20/06/2011 - 24/08/2011 [eleito/renunciou]

Presidente Rafael Digal (SOC) - 24/08/2011 - 21/09/2011 [eleito/Vice-Presidente/renunciou]

Presidente Victor Leoncio (TORY) - 25/09/2011 - 15/10/2011 [interino/Presidente do Parlamento]

Presidente Victor Picanço (PFD) - 15/10/2011 - 26/01/2012

II Monarquia

O REI Victor Picanço - 26/01/2012 - ...

*Regente Real Dimitrius Dantas - 26/01/2012 - ...


  • data estimada (*)
    • data da cassação (**)

Geografia Gevense[]

A Geografia Gevense é formada por comunidades que servem como espaço de convivência de todos os cidadãos gevenses, onde está instalada a Real Província de Novo Horizonte; além do grupo no Facebook onde é estabelecido o Ducado de Vanguarda.

A Geografia Gevense também é composta pelas seguintes comunidades:

Comunidade Oficial

Palácio da Liberdade

Intendência de Novo Horizonte

Parlamento do Governo Virtual

Suprema Corte de Justiça

Processo Eleitoral

Legislação

Palácio Azul

Cadastro Gevense Unificado

Ministério das Comunicações

Instituto Social Democrata

Fundação Antônio Gramsci - FAG

Ouvidoria do Governo Virtual

Instituto Liberal

Comunidades de antigos Partidos Gevenses:

Aliança Renovadora

Conservadores

Partido da Frente Democrática

Partido Renovador Liberal

Progressistas

Socialistas

União Social Democrata

Museus Gevenses[]

Os Museus Gevenses são todas aquelas comunidades e perfis do Orkut que tenham alguma ligação com o Governo Virtual e que tenham importância cultural e/ou sirvam como fontes de pesquisa. São eles:

Galeria dos Presidentes

Museu da Quinta República

Ministério do Interior

Ministério dos Esportes

Ministério Público

POP (Partido Político)

Museu da Imprensa Gevense

Arquivo Histórico Gevense

Museu da Terceira República

Biblioteca Nacional Virtual

Museu do Parlamento

Museu da Câmara Virtual

Museu do LIB

Parlamento - GV (Museu)

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